Para a Marianne, mais ou menos, pois o Sésé tinha faltado. Ela sentia um sentimento dificil de explicar, e claro a Anjéla e a Lú repararam que ela estava um pouco fora do normal, mas pensaram que seria por causa do sonho que ela tivera. A Anjéla cada vez mais desconfiava que o Sésé e o Felipe não eram primos...
Mas, quem é que havia de lhe tirar esta mania?
Mas... será que deviam mesmo tirar-lha?
Mas... será que deviam mesmo tirar-lha?
Sábado
Era o dia em que a Marianne tinha de ir para o conservatório.
A caminho para lá, ela só pensava... ou melhor pensava mas no fundo não pensava em nada. Estava tudo muito confuso...
Quando lá chegou, ainda não estava ninguém. Sentou-se num banco a ouvir música de olhos fechados, nisto sente uma mãos na sua cara, tapando-lhe os olhos.
-Advinha quem é? - diz a pessoa
-Hum.. Joanne - rindo-se.
-Opá - tirando-lhe as mãos dos olhos.- Assim não vale. - sentando-se ao pé dela.
-Falas-te por isso foi fácil.
-Contentam conheces a minha voz muito bem - rindo-se.
-Pudera, anteontem foi a última voz que eu ouvi antes de dormir e o meu sonho... - calando-se pois já ia falar demais e não queira que ele soubesse.
-Sonho?? Ó pequena, conta lá isso melhor.
Professor: Joanne e Marianne, estamos à vossa espera, para começar a aula.(diz-lhes da porta do bloco, interrompendo-os)
Marianne: Sim, sim estamos a ir.
Joanne: Sim, eu vou só à casa-de-banho.
Professor: Despache-se...
Marianne: Ufa... safa pelo professor (sussurrando)
Professor: O que diz menina Marianne?
Marianne: Nada, nada... Dizia, mas que dia já viu... está muito bonito
Professor: Desculpe, mas está chuvoso. (ficando indeciso pela aluna ter dito aquilo, afinal havia dias em que chovia e ela ficava muito arreliada pois molhava-se e depois ficava constipada, não conseguindo cantar)
Marianne: Pois sim, mas eu gosto da chuva sabe... (ficando atrapalhada) Eu vou indo para dentro.
Professor: Sim vá....
Já um pouco distante do professor:
Marianne: Bolas, tu não sabes mesmo pensar para ti pois não (refilando com ela própria, pois tinha acabado de se enterrar)
Quando a aula terminou, a Marianne pôs-se no portão da escola de música à espera que a sua mãe viesse, e nisto parece avistar uma pessoa conhecida vinda na direcção dela. Mas não lhe deu muita atenção, virando as costas.
Passado alguns minutos, tocam-lhe no ombro e dizem:
- Olá, que fazes aqui?
Vira-se para trás, assustada e repara que a cara conhecida era o Sésé.
- Bolas! Tu apareces sempre de repente.
- Pois mas ao menos não levei outra chapada - rindo-se
- Parece que não - rindo-se também - Mas que fazes aqui?
- Há, eu vim...
- Há, eu vim...
- Sésé!! Sééé-sééé!! - Chama-o de longe uma pessoa, vindo a correr na direcção deles.
1 comentário:
adorei
Enviar um comentário